
Estudo de Caso
Otimização da rede nacional de distribuição de combustíveis para priorização de investimentos em infraestrutura no Brasil
Uma das principais associações do setor de óleo, gás e biocombustíveis do Brasil utilizou um modelo em escala nacional para priorizar investimentos em infraestrutura, apoiando 28 projetos recomendados e identificando BRL 8,8 bilhões em investimentos logísticos necessários.
Cliente
-
Uma associação setorial líder que representa a indústria de petróleo, gás e biocombustíveis no Brasil, atuando como referência‑chave nas discussões estratégicas sobre infraestrutura, segurança de abastecimento e desenvolvimento de mercado no país.
Desafios
-
O cliente precisava de um modelo analítico robusto para avaliar a adequação futura da infraestrutura logística de combustíveis e biocombustíveis no Brasil sob diferentes cenários de oferta e demanda.
-
A análise exigia uma visão abrangente e nacional da rede de distribuição, cobrindo o atendimento da demanda em mais de 5.500 municípios e incorporando os principais ativos de transporte e armazenagem do país.
-
Era igualmente necessário comparar os fluxos atuais e futuros em portos, dutos, cabotagem, hidrovias, ferrovias e rodovias, identificando gargalos, quantificando os investimentos necessários e priorizando os projetos de maior valor.
Nossa Atuação
-
Desenvolvimento do Modelo de Otimização Nacional para representar a rede de distribuição de combustíveis e biocombustíveis do Brasil de ponta a ponta, incluindo oferta, demanda, produção, fluxos de importação e infraestrutura logística multimodal.
-
Modelagem dos principais corredores e ativos logísticos do país, incorporando portos, dutos, cabotagem, hidrovias, ferrovias e transporte rodoviário, bem como as capacidades operacionais relevantes, restrições de berços, limites de fluxo e alternativas de rota.
-
Simulação de cenários de longo prazo para diesel, gasolina, nafta, GLP, querosene de aviação, etanol e biodiesel, comparando fluxos futuros à capacidade disponível para determinar as necessidades adicionais de produção e infraestrutura logística e priorizar investimentos em nível nacional.
Resultados
-
O modelo embasou a recomendação de 28 projetos de infraestrutura em 2018, dos quais 20 haviam sido concluídos ou estavam em andamento em 2026, demonstrando forte validação do arcabouço analítico.
-
O estudo publicado pelo cliente aponta a necessidade de R$ 8,8 bilhões em investimentos diretos em infraestrutura logística e indica potenciais reduções anuais nos custos de distribuição de R$ 2,0 bilhões, chegando a R$ 2,6 bilhões com a simplificação tributária, além de redução de 15% nas emissões do transporte.